Daqui a 1 dia faz 2 meses que o Zé nasceu, o tempo voa (bem, apercebi-me disso quando a minha sobrinha Francisca que me chamava Nánánê, foi para a escola primária este ano...)! E começo a chegar à conclusão que ser mãe é ser um pouco bipolar, com um espectro que abrange momentos de aflição e desespero, depressa diluídos num sorriso de gengivas rosadinhas ou numa expressão fofinha ao acordar. Até dou por mim a rir quando o Zé dá pums ou arrota ou rebola os olhinhos a adormecer, qualquer coisinha insignificante serve, qualquer mesmo. Ou então a dizer asneiradas nos dias em que me sinto exausta de carregar 6kg ao colo o dia inteiro, com choro ininterrupto e eu sem saber como acalmá-lo, cheia de fome, a ansiar por um banho quente, com biberões para esterilizar e leites para fazer. Acho que o meio termo não anda de mãos dadas com o cocktail explosivo que é a maternidade. Na tentativa de criar rotinas, nunca nenhum dia é igual ao seguinte, o que tem tanto de fabuloso como de assustador. ´Hoje correu bem, mas amanhã, será diferente?´,eis a pergunta retórica dum coração esperançoso e receoso, logo bipolar.
Nos cursos pré-natais há um ênfase muito grande no parto, toda uma check list de coisas a lembrar e informação a reter; honestamente acho que o parto é o menos (não menosprezando a experiência de ninguém), e citando alguém cujo nome esqueci, ´o parto é o pináculo onde se encontra a coragem para nos tornarmos Mães´. O que vem a seguir é uma verdadeira prova de resistência (citando a minha irmã) sem lugar para os egoístas e narcisistas.
Por isso, ser Mãe é levar um dia de cada vez e com dedicação conseguir transmitir o amor, o carinho e a segurança que os nossos pequeninos precisam para, com sorte, um dia sabermos que valeu a pena quando recebermos um cartão com um desenho no Dia da Mãe, com a frase cliché ´És a melhor Mãe do Mundo´. Nunca um cliché nos parecerá tão único e especial e nos fará transbordar de alegria...
Nos cursos pré-natais há um ênfase muito grande no parto, toda uma check list de coisas a lembrar e informação a reter; honestamente acho que o parto é o menos (não menosprezando a experiência de ninguém), e citando alguém cujo nome esqueci, ´o parto é o pináculo onde se encontra a coragem para nos tornarmos Mães´. O que vem a seguir é uma verdadeira prova de resistência (citando a minha irmã) sem lugar para os egoístas e narcisistas.
Por isso, ser Mãe é levar um dia de cada vez e com dedicação conseguir transmitir o amor, o carinho e a segurança que os nossos pequeninos precisam para, com sorte, um dia sabermos que valeu a pena quando recebermos um cartão com um desenho no Dia da Mãe, com a frase cliché ´És a melhor Mãe do Mundo´. Nunca um cliché nos parecerá tão único e especial e nos fará transbordar de alegria...

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